A empresa japonesa REAL-f divulgou imagens de suas fotos em 3D em forma de réplicas de rostos humanos. A tecnologia usada chama-se 3DPF (do inglês “3 Dimension Photo Forms” ou, em tradução livre, formas fotográficas em três dimensões) e é responsável por resultados incrivelmente fiéis aos rostos verdadeiros.

Quem trouxe essa novidade à tona foi o site TechCrunch, que também explica o modo como a REAL-f chega ao resultado final: primeiramente, várias fotos são tiradas de diversos ângulos; depois, a imagem é impressa em um molde de resina de cloreto de vinila. O nível de precisão impressiona e conta até com detalhes, como desenho da retina e marcas na pele.

Uma réplica do rosto custa US$ 3.920 (cerca de R$ 7,2 mil) e, ao comprar mais de uma, as demais saem por US$ 780 (cerca de R$ 1,4 mil). A cópia de uma cabeça completa sai por US$ 5.875 (cerca de R$ 10,8 mil). Confira abaixo uma galeria com imagens encontradas na página oficial da REAL-f.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/bizarro/14200-replicas-de-rostos-em-3d-super-realistas-sao-criadas-no-japao.htm#ixzz1aTY530Dj
Concepção artística da mineração de um asteroide (Fonte da imagem: NASA/Denise Watt)
Lembra-se do filme “Armagedom”, de Michael Bay? Na película, um asteroide do tamanho do estado do Texas se dirige em direção à Terra, ameaçando extinguir a vida no planeta. Para salvar o mundo, os cientistas da NASA enviam uma equipe de perfuração até o corpo celeste, com o intuito de explodi-lo com bombas nucleares.
A NASA estima que há cerca de 19,5 mil asteroides com comprimento médio de 100 metros vagando a 45 milhões de quilômetros do planeta Terra. Não se preocupe: a agência mantém um sistema de monitoramento de possíveis ameaças estelares e, até o momento, não houve a necessidade de uma intervenção tão grandiosa.
Porém, engenheiros e cientistas da Terra têm mesmo planejado visitar algum asteroide próximo do nosso planeta. Mas não com o propósito de eliminá-lo, mas sim de trazê-lo para junto de nós, mais precisamente, na órbita terrestre, como noticiado pela revista Wired.
A ideia parece absurda quando a ouvimos pela primeira vez. Mas antes de rejeitá-la, é bom saber que ela tem sido levada a sério. Recentemente, cientistas e engenheiros se reuniram durante quatro dias no Instituto de Tecnologia da Califórnia para discutir a possibilidade de realizar tal tarefa.

Tinha um asteroide no meio do caminho

Asteroide Gaspara, fotografado pela sonda Galileo (Fonte da imagem: NASA)
Apesar de parecer loucura, existem diversas razões para colocar essa ideia em prática. Uma delas seria o fato de que cientistas teriam acesso a amostras muito antigas do nosso universo, que poderiam ajudar a decifrar alguns mistérios sobre ele e seu surgimento.
Mas o que tem deixados todos animados é a possibilidade de mantermos uma base no asteroide “laçado” pela NASA. Assim como costumamos fazer algumas paradas estratégicas durante uma viagem muito longa, para abastecer o veículo e fazer um lanchinho, por exemplo, poderíamos usar um asteroide como um ponto intermediário entre a Terra e um destino distante, fazendo até mesmo lançamentos a partir dele.
Além disso, asteroides podem oferecer riquezas. Esses corpos costumam ser uma fonte muito rica de metais, como o ferro, que poderiam ser explorados para a construção de alojamentos e bases. Outros possuem água, que pode ser usada não só para manter a vida no espaço, mas também para produzir combustível à base de hidrogênio e oxigênio.
Trator gravitacional empurrando asteroide (ilustração) (Fonte da imagem: Dan Durda)
E a mineração de asteroides pode render muito dinheiro. Um asteroide relativamente pequeno, com cerca de 1,6 km de diâmetro, contém mais de 20 trilhões de dólares em metais preciosos ou industriais, como ferro, cobalto e platina. Esse seria uma motivação para que empresas privadas ajudassem a financiar a empreitada astronômica.
Na verdade, toda a reserva terrestre de ouro, cobalto, níquel, tungstênio e outros metais que são essenciais para o progresso econômico e tecnológico vieram de asteroides que se chocaram contra a Terra durante a sua criação.

Mas isso não é perigoso?

Obviamente, o ato de trazer uma “pedra” de muitas toneladas para a órbita terrestre apresenta seus riscos. Os cálculos precisam ser muito precisos, já que qualquer desvio mínimo pode causar a queda de um bólido gigantesco no solo terrestre.
Os cientistas planejam inserir esse corpo nos chamados pontos de Lagrange, regiões da órbita terrestre onde um asteroide poderia orbitar pacificamente, sem oferecer riscos. Inclusive, nós já temos um asteroide de mil metros de diâmetro em um desses pontos. Assista ao vídeo acima para ter uma ideia melhor de como funciona a órbita desse corpo celeste.

Como estacionar um asteroide

Nós já temos a tecnologia necessária para guiar um asteroide até a nossa órbita. Existem diversos métodos disponíveis, que podem ser testados para descobrirmos qual é o mais eficaz. Primeiramente, é possível “agarrar” um asteroide rochoso com uma espécie de garra robótica especialmente desenvolvida para esse propósito. No vídeo abaixo, podemos vê-la em funcionamento e perceber que ela aguenta até mesmo grandes pressões, como a exercida por uma broca de perfuração.
Braço robótico que pode ser usado para agarrar asteroides (Fonte da imagem: NASA - JPL)
Outra ideia seria usar uma rede feita de kevlar, uma fibra muito resistente e leve, usada em cintos de segurança e coletes à prova de bala. Independentemente do dispositivo usado para segurar o asteroide, ambos usariam propulsores movidos a energia solar ou tratores gravitacionais para mover o corpo celeste até o ponto de Lagrange desejado.
Por enquanto, o maior empecilho para colocar esses planos em prática é o custo elevado para a realização deles. Capturar um asteroide pequeno custaria cerca de 1 bilhão de dólares e a despesa subiria para muitos bilhões caso quiséssemos um asteroide maior. Mesmo assim, as pesquisas e encontros acerca do assunto continuam. Se tudo correr como esperado, o ser humano poderá gabar-se de ter movido, pela primeira vez, um corpo celeste de local.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/astronomia/14183-segura-peao-como-cientistas-pretendem-lacar-um-asteroide.htm#ixzz1aTXurRL4




O Norton 360 é um programa de proteção que pretende trazer um novo conceito de segurança para seu computador.
Desenvolvido pela Symantec, este novo modelo é chamado “Quorum” e, além de trazer ferramentas para proteção contra vírus, spyware e outras ameaças virtuais, também conta com proteção de identidade (filtros anti-phising, gerenciador de senha e outras funções), backups e ferramentas para otimização do computador.
A mais recente versão do Norton 360 está disponível gratuitamente para testes. Durante 14 dias, você pode experimentar o programa e contribuir com os desenvolvedores com as suas impressões para que qualquer bug seja corrigido e o programa seja aprimorado.
O Norton 360 6.0 oferece, de acordo com a Symantec, a melhor proteção e o melhor desempenho entre todas as versões do programa. A ferramenta para backup está aprimorada, tanto localmente quanto online, e o índice de detecção e remoção de vírus é o melhor entre os programas do gênero, de acordo com um relatório do AV-TEST Real World Protection and Remediation Testing de setembro de 2011.


Leia mais em: http://www.baixaki.com.br/download/norton-360-6-0-0-54.htm#ixzz1aTXenKHu
Gato de botas


Puss in Boots Theme é um tema para Windows 7 que traz cinco belas imagens para sua Área de trabalho, inspiradas no novo filme do Gato de Botas.
Com ele, o seu fundo de tela e cores das janelas ganharão um novo estilo que combina com o personagem.
Afinal, ogros verdes e burros falantes não são as únicas estrelas do filme Shrek.


Leia mais em: http://www.baixaki.com.br/download/puss-in-boots-theme.htm#ixzz1aTXWhR3b
Codec Decoder é um novo pacote de codecs que promete o fim dos problemas com formatos desconhecidos de áudio e vídeo. Após instalar este aplicativo, garantem os desenvolvedores, você não terá nenhuma complicação para reproduzir dezenas de tipos de arquivos multimídias existentes na atualidade.
Ter problemas com codecs é algo bem comum para usuários de Windows, pois o sistema operacional não traz muitos arquivos necessários para a execução de formatos mais “impopulares”. Então, nada melhor do que um pacote completo para corrigir esse erro.


Leia mais em: http://www.baixaki.com.br/download/codec-decoder.htm#ixzz1aTXPZT82
</
Envio de Torpedo Gratuito.


A cena é muito comum para quem tem um aparelho celular com plano pré-pago: precisar enviar um torpedo (SMS), mas não ter crédito para tal. Uma solução pode ser este site, que envia mensagens de texto para celulares de todas as operadoras, segundo o desenvolvedor.
Basta acessar o site, fornecer alguns dados do remetente, do destinatário, escrever a mensagem e clicar em enviar. Não há limite de caracteres, e o tempo de entrega pode variar de 15 segundos a 20 minutos, dependendo das condições de uso do servidor.
Vale lembrar que, como afirma o desenvolvedor da ferramenta, o usuário é o único responsável pelo conteúdo das mensagens, e é proibido o envio de spams, mensagens indesejáveis e ofensivas. Ao utilizar o serviço, você aceita, automaticamente, estes termos estipulados.


Leia mais em: http://www.baixaki.com.br/download/envio-de-torpedo-gratuito.htm#ixzz1aTXJ9KQp
<
Três tipos de varredura para escolher. <


F-Secure Online Scanner é uma ferramenta online capaz de fazer uma varredura no computador em busca de malwares e spywares sem a necessidade de instalar nada no sistema. O programa procura e elimina as pragas em poucos minutos, como se fosse um antivírus normal, mas pela WEB.
Antes de começar a varredura, é necessário instalar uma plugin para o Firefox ou Internet Explorer através do site do programa. Depois de instalado, é necessário reiniciar o navegador para que as alterações façam efeito. Visite novamente o site e clique no botão “start” para abrir a janela de varredura.


Leia mais em: http://www.baixaki.com.br/download/f-secure-online-scanner.htm#ixzz1aTX57h2V